sábado, 17 de novembro de 2012


Vida,

A angústia de saber-se limitado,

Esperando sempre mais do que o provável...

O desconforto de encontrar-se neste estado,

Que está entre o real e o inimaginável...


As rosas, suas pétalas, que são pura beleza,

Trazem consigo os espinhos, a tristeza.

A Vida: obrigações, enfermidades e alienação,

Não anulam a essência, o coração...


Temos em nós o belo e o horrível...

A dureza e a comoção...

O objetivo e o indizível...


Estamos sempre entre o sereno e o caos...

Entre o impossível e o que é viável...

Tu és  sempre meio que um início, e meio que um fim...

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